Mostrar mensagens com a etiqueta aniversário. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta aniversário. Mostrar todas as mensagens

domingo, 19 de outubro de 2014

Felicidade e Mel



Por mais voltas que possamos dar ao pensamento e às conversas, o que esperamos todas na vida é sermos felizes. E a felicidade pode ser definida (pode?) e sentida de muitas formas.
Para mim, a felicidade não é um traço de personalidade, não é nada definitivo, é uma construção permanente que às vezes resulta, que às vezes dura dias, outras vezes minutos.

O que somos no intervalo em que não nos sentimos felizes? Não sei. Não somos necessariamente infelizes só porque não estamos felizes. Diria que há um estado de existência ameno, em que não somos, nem deixamos de ser, passa-se o tempo e nós por ali andamos.

E depois há o dia em que nos tornamos mães.
Baralha-se tudo outra vez.

Não se passa a viver num estado crónico de felicidade, não. Mas ganha-se uma capacidade imediata de relativizar o universo,  de relativizar os estados de existência amenos. Ganham-se novos materiais de construção e novos braços para pegar na pá.
E tornamo-nos esponjas de sorrisos com dentinhos de vários tamanhos, esponjas de gargalhadas inocentes acompanhadas de palminhas descompassadas, esponjas de beijinhos doces mandados em mãozinhas XS. Derretem-se os filtros e, sem mais, nem menos, somos felizes.

Aqui no blogue, ainda não tinha tido oportunidade de celebrar o primeiro aniversário de quem me provou que a felicidade, às vezes, pode ser objectiva. E ter nome.


Mel.







quinta-feira, 6 de março de 2014

Um Ano de Anita Barriguda

Já se passou um ano mas ainda sinto borboletas na memória ao recordar o entusiasmo que me levou a criar o Anita Barriguda!

Estava a viver uma fase de plena paixão pela vida!
Estava grávida, estava a concretizar um "projecto", um sonho que ousámos pôr em prática, mesmo com a crise instalada cá em casa, mesmo estando eu desempregada há três anos e sem perspectivas de voltar ao mercado, mesmo sem, mesmo sem... 

Desta vez, a reviravolta deu-se, mas de dentro para fora.  
E que decisão tão ousada e, simultaneamente, acertada: ter um filho(a)!
A decisão mais coerente, mais importante e mais compensadora da minha fase adulta.

O blogue.
O blogue serviu para partilhar a minha felicidade com os mais próximos, mas julgo que até mais com os que não são próximos, mas que se identificam com o que fui vivendo na gravidez (e agora na maternidade). Para além disso, o Anita Barriguda fez-me voltar a fazer uma das coisas que mais me preenche e me define: escrever. 

E embora não sendo estreante neste mundo dos blogues, claro que me espantei com o número de visualizações de página que alguns posts alcançaram! 

Cerca de 12 mil visualizações
Obrigada!
Por estarem aí, aqui comigo



O feedback de quem já me segue há algum tempo e de quem acaba de chegar tem sido muito bom e a divulgação que o blogue vai tendo, especialmente, pelo mundo, é qualquer coisa...

Com que então, e sem qualquer desprimor por quem vive em Portugal (>3), há por aí gente a ler-me na...

China, Estados Unidos, Ucrânia, Brasil, Bélgica, Suiça, Rússia, Bielorrúsia, África do Sul...???

Que giroooo! Nem sei como é que estas coisas acontecem.

A Inês nasceu e pensei, claro que sim, se faria sentido continuar com o blogue. 
A Anita já não está barriguda (pelo menos, tanto :)! 

As aventuras da maternidade claro que dão pano para mangas! E são igualmente deliciosas. 
Mas depois há a questão da privacidade: a da menina, a minha, a do resto da família... Até que ponto é possível manter sempre o bom senso e não beliscar a nossa própria privacidade? Há sempre um dia em que os nossos filtros estão cansados ou distraídos e prevaricam um bocadinho e nos levam a publicar qualquer coisa a "mais". E uma vez na "nuvem", sempre na "nuvem"...

Bem, velhas questões que sempre acabam por se colocar a quem tem blogues de natureza pessoal, como é o caso deste. Não tenho resposta para este dilema, ainda.

Sei que continuo a gostar de escrever sobre a minha vida como mãe. 
E gosto do Anita Barriguda e até me apetecia que desse um salto: queria-o mais moderno, mais apelativo. Há por aí coisas tão giras a ser feitas. Como é que elas fazem, hum? :) 

Bem, por último, quero hoje, neste post dedicado ao primeiro aniversário do Anita Barriguda, deixar mais um agradecimento infinito a quem sempre me apoia nestas aventuras da escrita. Vocês sabem quem são :)
Obrigada >3

Vamos cantar os parabéns?
Um-dois-três...

Paaaa-ra-béennnss...