segunda-feira, 24 de março de 2014

Anita vai à nutricionista partes II e III



Se na primeira consulta de nutrição (a primeira consulta foi assim), entrou uma Anita de vestido de malha (sempre dá para esticar)...
Na segunda... Bem, na segunda, entrou uma Anita de calças de ganga! De-gan-gaaa! As minhas calcinhas de ganga de sempre, "estrelicadinhas", velhinhas, tão, tão lindas, que eu tinha deixado de vestir ao quarto mês de gravidez (já com um extensor adaptado), mais coisa, menos coisa.

Dá para perceber, portanto, o orgulho que se apoderou da minha pessoa?

Fiz, portanto, uma entrada portentosa na sala onde estava a minha nutricionista, Tânia Camões:
(Também querem? Então vá: Falem com ela aqui!)

Então Ana, como é que está?
Como é que EU estou?? De calças de GANGA!!!

Oh felicidade!

O Natal colou-se à dieta mas, ainda assim, a balança foi simpática para comigo. Os objectivos estavam mais perto de concretizar e, desde logo, uma mudança grande a assinalar: o nível de água no organismo tinha subido bastante! Oh cházinhos, oh cházinhos! Com um mês de convivência intensa - cerca de dois litros por dia - confesso que não fiquei fã, nem com um ódio novo, simplesmente, tolero... e bebo.

Combinámos mais coisas para o próximo encontro, mantendo os objectivos iniciais.
E em Março, a coisa deu-se!

Desta vez, entrei novamente meio disfarçada de pecadora ranhosa. Tinha razões para isso: não fui assídua com a linhaça nem piquei diariamente o ponto no reino das sopas. Entre outros pecados. Quando a cabeça não tem juízo...

Ainda assim, os esforços feitos sem disciplina militar, deram resultado. A balança mostrou-me claramente que, para se emagrecer, não são precisas dietas loucas ou sacrifícios monstros. Naturalmente, que cada caso é um caso, mas desenganem-se aquelas que, como eu, muitas vezes adiam mudanças alimentares por pensarem que todas nos trazem dores insuportáveis e tristezas profundas. Em quatro meses consegui recuperar o meu peso habitual, diminuir a massa gorda, aumentar a massa magra e a água corporal. E olhem que até fui mal comportadinha, de vez em quando. E olhem que só comecei a fazer exercício físico há duas semanas!

A experiência de ser acompanhada por uma nutricionista durante quatro meses foi nova e devo dizer que recomendo. Por várias razões:

- Ter que prestar "contas" é motivador e disciplinador
- Ter alguém com (todo) o conhecimento de causa a puxar por nós é completamente diferente do que seguir, de forma solitária, as dicas de uma revista ou livro, ou a receita da amiga da amiga...
 - Aquilo que se aprende numa consulta de nutrição está longe de se esgotar esgotar ali, serve para a vida. E foi isso que aconteceu comigo. Não tendo seguido propriamente uma dieta, adquiri hábitos alimentares saudáveis que serviram para atingir os objectivos pós-parto, mas também para encarar o Verão, e depois o Natal, e depois...

Está bem, querem saber o que é que mudou? E o que é que ainda está para mudar no prato cá de casa?
Vou escrever um post sobre isso. Assim a Mel o permita, claro :)


domingo, 9 de março de 2014

Este concerto não é para novos

Quando há espaço para uma pessoa se mexer e escolher o lugar de onde quer ver o concerto, instala-se uma certa apreensão. E logo a seguir percebe-se que aquele concerto é diferente quando se começa a olhar com um bocadinho de atenção para a plateia circundante.

Espera lá, este concerto não é para novos! 

Olha aquele ali de fato e gravata! Olaré, isto promete! Então e este grisalho de óculos à Avô Cantigas aqui, pá? De lenço ao pescoço e cabedal. Upa, upa! E como ele se mexe! 
Eles chegam e é a loucura. Queremos a casinha-queremos os contentores-queremos o homem do leme-queremos a Maria...
Com mãos de veludo. Pronto, estou louca, queria muito esta. Negras como a noite, tu deste-me tudo, e eu partiiii.. Teu-neu-neu-neu-neeeuuu... Tudo o que é hormonas abaixo dos 40 começa a beijar-se. Estavam mesmo a pedi-las. Quem não beija, levanta os braços e fecha os olhos. Sonham com beijos, mas fazem-se de rijos.
Está um ambiente perfumado e não são os novos a espalhar o aroma. Este concerto não é para novos, já disse. O avó cantigas rockeiro vibra e dança como só ele se atreve. Há um concerto especial na cabeça dele mas os novos, os poucos que por ali andam, parecem não entender. Riem-se do avôzinho enquanto arriscam mexer o pezinho com mais pujança. E pouco depois param. Não têm estaleca para acompanhar a personagem, envergonhem-se.
Ai os contentores! Grafittis, com neónes, luzes, que luuuxooo! O palco transforma-se e, já todo poderoso, dá ainda mais poder à banda que, ó meu Deus, como é que eles ainda conseguem, com aquela idade pá? Estão cheios de poder. Cheínhos.
Alguns pais levaram os filhos. Ou os filhos levaram os pais, forçados, claro. Pior, alguns pais, já com filhos, estão a dançar, de copo na mão, como quem está num cocktail à beira da piscina, e um ar ligeiramente embriagado. E que estranho! Os pais também dançam? E bebem? Hum.
O ar está carregadíssimo meninos! Estamos todos a ficar com uma moca colectiva!

Resistimos o mais que pudémos: como estará a menina? Manda mensagem a ver se já dorme! Já? Sim, já. Só para saber se... está a chorar, ou só acordada, à nossa espera...

Quero trabalhar!Mas está tudo cheioooo, tudo feiooooo, tudo feeeioooo.... Ai porra, puseram o dedo na ferida.
Há quem, ao nosso lado, decida meditar, sentado no chão, com direito a dedinho indicador colado ao polegar e tudo. Olha que bem. Rapidamente inventamos-lhe um desgosto de amor e a necessidade de mastigar a dor daquela maneira, meio insólita, meio cómica. Olha a menina da Super Bock, como ela vem, desgraçadinha! Será que ainda sabe fazer trocos? Será que só bebe, em vez de vender? Como ela está, não vende mais nada hoje!

Já respondeu? Não? Hum, deve estar a dar luta, ó caraças! Estará a chorar há muito tempo? Manda mensagem ao teu pai, pode ser que responda! Só à meia-noite! Oh, chato! Está bem.

Telemóveis, muitoooosss. Fotografam o palco sem conseguir captar um quarto do que ali está. Mas é preciso publicar qualquer coisa no Facebook, anda! Vamos tirar uma selfie, vamos, vamos?
Apetecia-me escrever, aqui e agora, chego a casa e esqueço-me deste cenário.
Olha o avózinho, roda sobre o pés e tudo! Espectáculo. Os novos, poucos, deliciam-se e, secretamente, invejam a energia. Sim, os novos saltam, mas só no início. Sim, os novos batem palmas e gritam bem alto as letras - Vai ficaaaarrr tudooo bem, isso eu seeiiiii... -, mas baixam o tom pouco depois. Este concerto não é para novos com metade da pica dos velhos, essa é que essa! 

Já respondeu, está tudo bem, já dorme. Ufaaaa! Respiremos, então. Moche?
Too much.

Duas horas, rockeiros do caraças. Isto é que é. Já me doem os joelhos. E os rins. E os pés. Está calor. 
A vida vai torta, jamais se endireita, o azar persegue... Queremos todos gritar a letra, mostrar que a sabemos todinha, todinha. Os novos, os velhos.
Vão e voltam duas vezes ao palco. Mas que raça é esta, pá? Agradecem-nos a presença, o calor. Nós é que agradecemos tanta genuinidade, sem tiques de vedeta. 
Ai, meu amooooorreeee, o-que-eu-já-chorei-por-tii... Pra sempre, vou gostar de ti. Mete corações a arder no cenário grafitado em contentores. Que show de concerto.
Gritamos como podemos a pedir mais, alguns de nós já não sabem como é que isso se faz, mas resulta. Gritamos pronto. Ainda voltam para nos lembrar as saudades que já temos da nossa casinha.

Neste caso... não tanto da casinha, mas de quem nos espera na casinha.

O avô cantigas já põe o lenço na cabeça, qual velhinha com frio, pela manhã. Mas a guitarra imaginária continua a tocar freneticamente na perna, meus amigos, a coisa está para durar! Cansaço é para os novos. E este concerto não é para novos.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Um Ano de Anita Barriguda

Já se passou um ano mas ainda sinto borboletas na memória ao recordar o entusiasmo que me levou a criar o Anita Barriguda!

Estava a viver uma fase de plena paixão pela vida!
Estava grávida, estava a concretizar um "projecto", um sonho que ousámos pôr em prática, mesmo com a crise instalada cá em casa, mesmo estando eu desempregada há três anos e sem perspectivas de voltar ao mercado, mesmo sem, mesmo sem... 

Desta vez, a reviravolta deu-se, mas de dentro para fora.  
E que decisão tão ousada e, simultaneamente, acertada: ter um filho(a)!
A decisão mais coerente, mais importante e mais compensadora da minha fase adulta.

O blogue.
O blogue serviu para partilhar a minha felicidade com os mais próximos, mas julgo que até mais com os que não são próximos, mas que se identificam com o que fui vivendo na gravidez (e agora na maternidade). Para além disso, o Anita Barriguda fez-me voltar a fazer uma das coisas que mais me preenche e me define: escrever. 

E embora não sendo estreante neste mundo dos blogues, claro que me espantei com o número de visualizações de página que alguns posts alcançaram! 

Cerca de 12 mil visualizações
Obrigada!
Por estarem aí, aqui comigo



O feedback de quem já me segue há algum tempo e de quem acaba de chegar tem sido muito bom e a divulgação que o blogue vai tendo, especialmente, pelo mundo, é qualquer coisa...

Com que então, e sem qualquer desprimor por quem vive em Portugal (>3), há por aí gente a ler-me na...

China, Estados Unidos, Ucrânia, Brasil, Bélgica, Suiça, Rússia, Bielorrúsia, África do Sul...???

Que giroooo! Nem sei como é que estas coisas acontecem.

A Inês nasceu e pensei, claro que sim, se faria sentido continuar com o blogue. 
A Anita já não está barriguda (pelo menos, tanto :)! 

As aventuras da maternidade claro que dão pano para mangas! E são igualmente deliciosas. 
Mas depois há a questão da privacidade: a da menina, a minha, a do resto da família... Até que ponto é possível manter sempre o bom senso e não beliscar a nossa própria privacidade? Há sempre um dia em que os nossos filtros estão cansados ou distraídos e prevaricam um bocadinho e nos levam a publicar qualquer coisa a "mais". E uma vez na "nuvem", sempre na "nuvem"...

Bem, velhas questões que sempre acabam por se colocar a quem tem blogues de natureza pessoal, como é o caso deste. Não tenho resposta para este dilema, ainda.

Sei que continuo a gostar de escrever sobre a minha vida como mãe. 
E gosto do Anita Barriguda e até me apetecia que desse um salto: queria-o mais moderno, mais apelativo. Há por aí coisas tão giras a ser feitas. Como é que elas fazem, hum? :) 

Bem, por último, quero hoje, neste post dedicado ao primeiro aniversário do Anita Barriguda, deixar mais um agradecimento infinito a quem sempre me apoia nestas aventuras da escrita. Vocês sabem quem são :)
Obrigada >3

Vamos cantar os parabéns?
Um-dois-três...

Paaaa-ra-béennnss...











quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

O dia encolheu - a saga continua...


A Mel está a completar seis meses de vida.
Isto merece um sorriso.

A vida mudou de uma maneira incrível e se nos adaptámos facilmente a grande parte das mudanças, outras há que...
Durante este tempo coloquei, muitas vezes, em causa, a minha capacidade de organização, de concentração, de foco... Os dias ganharam uma nova grelha de programação, mas eu? Não quis dar parte fraca! Continuei a traçar os meus objectivos, como se nada fosse, limitando-me a acrescentar "coisas"...

Continuar a fazer tudo o que fazia antes de ter a Mel nos meus dias!
Cuidar dela com tudo o que ela (e eu) tem(os) direito e ainda... 
Refazer o meu lado profissional, recomeçar a luta, por um trabalho! Que saudades de trabalhar!

Claro que não é possível.
Não é.
Não é mesmo.

[A aceitação. Primeira parte do erro resolvida]

Não, não tenho que fazer as camas todos os dias.
Não, não tenho que limpar a louça da máquina logo pela manhã, só porque já está despachada.
Não, não preciso arrumar sempre os babetes se, daqui, a três horas, vou precisar outra vez, podem ficar no cantinho da mesa, sim senhora.
Não, não posso fazer comidas muito complicadas que exijam mais do que uma hora de cozinha.
Não, o dia não vai ter mais horas só porque agora sou mãe e dona de casa, por isso, tenho que me levantar muito mais cedo! Consegui ganhar esta batalha e, hoje em dia, já saio da cama às 7h30 :)
Não, não é possível querer ter a casa arrumada, organizada e limpa como se fosse só dona de casa e a bebé estivesse no berçário.
Não, não é possível estar 24 horas com a bebé, como se não houvesse nada mais no mundo (educar e amar não é estar em permanente observação e interacção!).
Não, não é possível querer fazer um horário de "ok, é como se estivesse a trabalhar e não faço mais nada", quando... se está em casa e se tem que assegurar uma série de tarefas diárias, e quando... se tem uma bebé em casa!

Há muitos nãos que têm que ser aceites. 
Não há super-mulheres, por exemplo.
E se há, eu não fui agraciada com tão desejado dom.
Vai daí...

Sim. Isto está a melhorar.




quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Sopinha da mãe


E hoje, o que temos para o almoço?
Puré de borrego, alface e cenouras! 
Esta sopinha até eu gostei... mais ou menos. Afinal de contas, a ausência de sal influencia-nos e muito este paladar adulto, viciado em coisinhas nem sempre saudáveis.

Fazer as sopinhas para a Mel é coisa que me dá prazer, especialmente nesta fase de descoberta. Quase a chegar aos seis meses, a minha bebé já provou batata, cenoura, abóbora, cebola, nabo, feijão-verde, bróculos, alface, agrião e batata doce... Os caldos já levam o sabor da carne, por agora, ainda só frango, peru e borrego.
Mas estamos quase, quase a completar "metade de um ano", como diria o meu sobrinho de quatro anos, pelo que se avizinha o desafio do peixe, dois purés de legumes por dia e uma papa... Haja imaginação, portanto! E muita disciplina no frigorífico para poder assegurar refeições em condições, a tempo e horas.

O livro que está na fotografia, "1,2,3 Uma colher de cada vez" pode dar uma excelente ajuda para cozinheiras/os sem imaginação... acontece a todos, com maior ou menor frequência, mas acontece! :)

Não esquecer que:
- Misturar legumes e fruta pode ser uma opção (embora concorde com a pediatra que defende que as crianças devem habituar-se ao sabor dos alimentos, como eles são)
- As crianças devem experimentar alimentos variados, mesmo aqueles que o nosso paladar recusa!

É também importante não ignorar que há regras para se fazer a diversificação alimentar, há proibições e processos graduais. Neste campo, confesso que sou rigorosa nos tipos de alimentos a dar em cada fase de desenvolvimento da Mel, mas não sou "mais papista que o Papa!". Habituada a cozinhar, não peso alimentos (à excepção da carne), uso a minha intuição para criar sabores apetecíveis. Mas para quem não tem tanto à vontade, recomendo vivamente que façam tudo "by the book" :)

Ali de lado, estão boiões de comidinha da Nutribén, viram? Foi só para provocar :)
Neste assunto, sou mais conservadora. Bem mais. Boiões só para ter sempre no saco da Mel, quando saímos, porque nunca se sabe o que pode acontecer e quando chegamos a casa. Ou para quando vamos sair e não houve tempo para preparar a refeição, ou porque, realmente, naquele dia, dá mesmo jeito ser só abrir o frasquinho para alimentar a cria, pronto!
Mas por norma... Comidinha da mãe :) Tão boooommm.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Presentinho gostoso


Este Verão, a Mel vai fazer sensação.
Presentinho da Marézinha Kids!


O que pensará o carteiro?
Remetente: Marézinha. Destinatário: Anita Barriguda.
Sorria, sr. carteiro, sorria :)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Uma banheira é só uma banheira

Em primeiro lugar: Parabéns.
Parabéns a vocês todas, as que se preparam para ser mães pela primeira vez. Ou que são repetentes.
Parabéns pela coragem.
Estou com vocês, nessa felicidade. 

Em segundo lugar: Deixem-se de tretas.
A sério.

Não quero ser exaustiva, mas quando olho para o fraldário da Mel, quase sempre concluo: 
"Caramba, dizemos nós que o dinheiro não dá para tudo, talé esta mariquice!" :)

Vai daí, algumas considerações:

1. O fraldário é coisa realmente útil. Tendo prateleiras, dá para arrumar e ter sempre organizado uma série de produtos do bebé. É óptimo para poupar as costas quando se muda a fralda e muito útil para colocar a banheira (agora já emigrámos para a casa-de-banho!).

2. Uma banheira é só uma banheira. A sério. Um recipiente de plástico onde se mete água e o bebé. Só tem que ser isto! Não adianta estudar muito sobre banheiras! A minha é do Ikea (a Mel nasceu e ainda não nos tínhamos decidido sobre que dita cuja havíamos de comprar, ficámos então com uma do meu sobrinho... temporariamente... até hoje! :), deve ter custado pouco mais do que 5€, e é perfeita. Aconselho uma que não tenha assentos ou outras saliências, porque se tornam incómodas à medida que o bebé cresce. A minha não encaixa na banheira, não tem ralo para sair a água... É mesmo só, e tão só, felizmente, uma banheira. Daquelas onde se põe água e o bebé :)

3. Fraldas muito boas: Dodot. São as mais caras, mas as que aguentam melhor uma noite inteira. Uma promoção boa, para Tamanho 2, por exemplo, situa-se nos 0,11€/fralda. Se "apanharem" este preço, aproveitem,sem medo :)
Fraldas para usar durante o dia: Pingo Doce ou Auchan. Baratas e com a qualidade necessária. A marca Pommete não colheu grande entusiasmo.

4. Cotonetes para bebé: pensava que era só mais uma mariquice mas, realmente, respeitam a anatomia do bebé e garantem mais segurança no acto da limpeza. As secções dos hipermercados têm este produto à venda por 0,50€ sensivelmente, por isso, quando virem os da Chicco, a 3 ou 4€ não pensem que se trata de uma coisa especial de corrida! A Chicco está mesmo a exagerar! E não justifica. Um cotonete de bebé é mesmo só um cotonete de bebé! :)  E o mesmo se passa com o soro unidose!

5. Produtos para o banho. Adoro a marca D'Aveia. Também gosto da Mustela e de outras tantas que se vendem em farmácias, a 20 ou 30€/litro... Mas, ok, experimentei recentemente a Corine de Farme e, magia das magias, cumpre muito bem a função. Não provoca alergia, faz espuma q.b, cheira bem. E é barata :)

6. Os muda-fraldas descartáveis. É coisinha que me indigna por ser tão dispensável e por continuar a utilizar. Cada um fica à volta de 0,20€, pode não parecer muito, mas há dias em que a coisa pode correr mal e lá vai um, e dois, ou mesmo três... Já nos socorremos de fraldas de usar e deitar fora, já colocamos uma base almofada e plástica na hora da muda , mas ainda lhe pomos um protector por cima, hein! Agora é porque está frio e sempre a bebé fica mais confortável. E de Verão, que desculpa? Enfim, é o que a sociedade de consumo nos impinge e que nós, no rebanho, aceitamos consumir.

E por hoje é tudo.
Deixem-se de tretas, a sério.
E parabéns, mais uma vez.
E um beijinho, portem-se bem.